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Vamos praticar pránáyámas

Artigos 29 de dezembro de 2008
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Inicie os exercícios respiratórios pousando suavemente as mãos sobre os joelhos, com os dedos indicador e polegar unidos em jñána mudrá, e as palmas para cima, se for dia, ou para baixo, se for noite.
Os que já são mais antigos podem iniciar pelo bandha kúmbhaka, isto é, respiração completa, com ritmo e com bandhas. Os demais comecem a respirar naturalmente, observando que as costas devem estar bem eretas, o corpo descontraído e a respiração exclusivamente nasal, tranqüila, suave, profunda, abdominal e silenciosa.
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Espiritualismo

Artigos 29 de dezembro de 2008
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A fase espiritualista foi uma das mais marcantes na minha juventude. Como supúnhamos que Yôga fosse uma coisa mística, espiritualista, dos 16 aos 30 anos de idade lancei-me numa incansável pesquisa, uma via crucis por todas as sociedades secretas, ordens iniciáticas, entidades filosóficas, antroposóficas, teosóficas, eubióticas, esotéricas, herméticas, ocultistas, gnósticas, etc.
Entre algumas dessas denominações, as diferenças deveriam ser só semânticas, mas na verdade estabeleceram-se diametrais divergências de egrégora. No afã de obter progresso espiritual, procurei aceitar tudo, mesmo as divergências, e recolhi-me à minha insignificância de neófito. Adotei uma postura de mero observador, com o coração aberto para aprender e servir (ellerni kaj servi), sem intenção de julgar.
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O Púrusha

Artigos 29 de dezembro de 2008
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Púrusha significa literalmente homem. Assim como Prakriti se traduz por Natureza, conquanto envolva muito mais nuances que o próprio termo em si, também esse homem é um termo abrangente no sentido de essência absoluta ou de chispa de vida. Esse princípio equipara-se ao conceito de Átman da filosofia Vêdánta.
O Púrusha é imperecível, inativo e inabalável. Não é afetado pelos opostos dor e prazer, bem e mal, qualidade e defeito, etc. Está excluído das características fenomenais dos tattwas, não tem envolvimento algum nos processos da Natureza e nem é influenciado pelos gunas. Segundo a Kêna Upanishad (i, 5,6), o Púrusha é “aquilo que não se pode ver, mas pelo qual as visões são vistas. Aquilo que o pensamento não pode pensar, mas graças ao qual o pensamento pensa”.
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Kriyá

Artigos 29 de dezembro de 2008
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Kriyá significa atividade. Os kriyás são exercícios de purificação típicos do Yôga Antigo. Consistem em uma verdadeira arte de limpar o corpo, por fora e por dentro, atentando para filigranas de fazer corar qualquer um de nós que se supusesse uma pessoa asseada.
Para perplexidade do arrogante ocidental moderno os kriyás foram elaborados numa época em que a maioria dos povos hoje tidos como cultos nem tomava banho, nem escovava os dentes. Nessa época os yôgis já estavam mais preocupados com o fator higiene do que nós hoje em dia, mais que todos os povos de qualquer época.
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Vamos praticar ásanas

Artigos 5 de dezembro de 2008
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6º ANGA: ÁSANA - POSIÇÃO FÍSICA, FIRME E AGRADÁVEL
Junte os pés e coloque as mãos em prônam mudrá, com as palmas unidas uma à outra e ambas à frente do peito. O nome desta posição é rája padásana (ilustração nº 7). Mantenha as pontas dos pés juntas e feche os olhos para aprimorar o senso de equilíbrio. Tão logo se considere em equilíbrio, abra os olhos e, com o auxílio das mãos, traga o peito do pé direito para sobre a coxa esquerda. Agora, se puder, solte o pé e traga as mãos para o prônam mudrá. Este é o ardha vrikshásana (ilustração nº 8), que tonifica os órgãos digestivos e os rins.
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Feliz 2009

Artigos 5 de dezembro de 2008
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Tivemos um excelente ano de 2008 e gostaríamos de agradecer a todos os nossos alunos, amigos, ex-alunos, fornecedores e colaboradores por fazer do ano de 2008 um ano muito especial. Contamos ainda com muitos cursos e eventos que foram um sucesso. Passaram ao longo de 2008 ministrantes importantes como: Professor Jóris Marengo, Luís Lopes, Rosangela de Castro, Rogério Brant, Rosana Ortega e Laura Ferro, que fizeram desse ano algo ainda mais especial. Muito obrigado! 
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Sámkhya: O Fundamento Teórico do Yôga Antigo

Artigos 5 de dezembro de 2008
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O termo Sámkhya quer dizer, literalmente, número; e possui diversos significados, tais como, enumeração, busca, análise, cálculo, ato de examinar, discriminação e investigação das categorias da existência. As duas características principais desse sistema são a ordem de classificação de seus 24 princípios (tattwas) e a dissociação, ou discriminação, entre o Púrusha (Homem) e a Prakriti (Natureza). Em síntese, o Sámkhya é classificado como uma filosofia naturalista, jáquetoda a sua estrutura se fundamenta nas leis da natureza. 
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O Ego e o SwáSthya Yôga

Artigos 5 de dezembro de 2008
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As modalidades de Yôga que se tornaram mais conhecidas nos últimos séculos eram do tronco medieval (Vêdánta-Brahmácharya). Uma característica dessa linhagem é o esforço para aniquilar o ego. Isso confunde muito os praticantes (e até instrutores) do tronco Pré-Clássico (Sámkhya-Tantra), pois esse conceito está bastante difundido na Índia de hoje e na literatura que proveio de lá. Como estudiosos que são, nossos adeptos travam contato, de alguma maneira, com a bibliografia que prega a aniquilação do ego e mesclam-na inadvertidamente com a proposta do SwáSthya Yôga. 
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Qual é o melhor sistema alimentar para o Yôga

Artigos 7 de novembro de 2008
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Para a prática do Yôga, o melhor sistema alimentar é o lacto-vegetarianismo. É o que vem sendo utilizando tradicionalmente na Índia há milênios. Mesmo se assim não fosse, tem provado ser o sistema ideal para o Swásthya Yôga.
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Posição física, firme e agradável

Artigos 7 de novembro de 2008
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Ásana é toda posição firme e agradável (sthira sukham ásanam). Essa é a definição ampla e lacônica do Yôga Sútra, capítulo II, 46. Segundo tal definição o número de ásanas é infinito.
Outra frase, esta atribuída a Shiva, confirma a de Pátañjali: há tantos ásanas quantos seres vivos sobre a Terra.
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Kaivalya

Artigos 7 de novembro de 2008
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Kaivalya traduz-se por libertação. Para o hinduísmo, kaivalya representa o nível alcançado por um jíva-mukta (liberado-em-vida). Nesse plano encontra-se o indivíduo que se libertou das leis, dos mecanismos da Natureza e dos limites do ciclo existencial, conquanto ainda nele habite.
Pátañjali define kaivalya como “o estado em que os gunas entram em equilíbrio e se fundem, não tendo mais utilidade para o Púrusha; é o estabelecimento do poder de conhecimento em sua própria natureza.” Yôga Sútra, iv, 34. 
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O Yôga nas Upanishads

Artigos 9 de outubro de 2008
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Dentre os textos de Yôga Upanishads, podemos citar: Swetaswatara, Yôgashara, Katha, Brahmabindu, Maitrí, Ksurika, Têjôbindu, Brahmavídyá, Nadabindu, Yôgasikha, Yôgatattwa, Dhyánabindu, etc. Todos estes livros foram escritos aproximadamente na mesma época. Outras coleções posteriores incluem dez Upanishads yôgis, tais como a Yôgakundaliní, a Varaha, a Pasupata-brahma, etc. Essas últimas apenas repetem os textos ou resumem as outras Upanishads mais importantes. 
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O grande defeito do brasileiro
é que ele não tem coragem de defender

Artigos 9 de outubro de 2008
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Como já ouvi dizer, deve ser complexo de ex-colônia! O brasileiro não tem peito para enfrentar quem esteja insultando seu amigo, sua empresa, seu país. Certa vez eu estava no Aeroporto Internacional de Guarulhos e o nosso vôo sofreu atraso devido a problemas técnicos na aeronave. Na sala de embarque um senhor estrangeiro, revoltado, começou a proferir comentários deselegantes do tipo “isso só acontece aqui, porque se fosse na Europa...” e todos os brasileiros em volta mantinham-se calados, cabisbaixos. 
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Regras Gerais

Artigos 9 de outubro de 2008
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Conforme já vimos no capítulo anterior, uma das principais características do Swásthya Yôga são as regras gerais de execução, justamente por constituírem o alicerce da auto-suficiência (swásthya).
Outros tipos de Yôga não possuem regras gerais. Por isso, precisam despender muitas páginas dos livros ou desperdiçar muito tempo das classes, descrevendo a execução dos ásanas, um por um. Chega a ser anedótica a repetição letárgica que constitui estribilho de muitos ensinantes – “inspire, expire... inspire, expire... inspire, expire...” – ad nauseam, com o quê, muitas horas de instruções acabam sendo roubadas ao praticante que pagou por uma orientação menos prescindível e mais técnica do que essa simploriedade.
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Conheça o nosso blog

Artigos 26 de setembro de 2008
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Temos um novo canal com o nosso aluno. O blog da Uni-Yôga Unidade Brooklin é a maneira de nos aproximar mais daqueles que já estão fazendo nossas aulas de Yôga. Divulgamos nele as fotos dos eventos, atividades culturais, cursos, jantares entre outras coisas. No formato de web 2.0, nome dado ao sistema de internet no qual o internauta se comunica e gera conteúdo, o blog possibilita a colocação de comentários e a interação com o conteúdo publicado. 
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Yôga e Hinduísmo

Artigos 26 de setembro de 2008
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Hinduísmo é um termo que designa o conjunto de movimentos culturais surgidos e aceitos na Índia a partir de, aproximadamente, 1.500 a.C.
Ele não pode ser considerado uma religião, como às vezes pensa-se no Ocidente. Trata-se antes de um conjunto de instituições, preceitos éticos, jurídicos, históricos, filosóficos, artísticos e que, consistindo de tradições ora na forma de crônicas, epopéias e lendas, ora na forma de tradições orais, ainda pode revelar princípios antagônicos. 
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O inferno

Artigos 26 de setembro de 2008
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Não estamos falando de religião, nem interpretando questões teológicas. Limitamo-nos a utilizar o termo inferno para designar os planos inferiores de consciência.
O que faria uma pessoa ir para o inferno? Nem sempre são as coisas que se supõem. Basicamente, o que baixa a sua vibração são dois fatores, um que vem de fora para dentro e outro que vem de dentro para fora: 
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O Yôga Arcaico

Artigos 3 de setembro de 2008
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Nas esculturas e selos encontrados em Môhênjô-Darô, aparecem retratados alguns personagens que chamam bastante a atenção, e que dizem respeito aos mais importantes registros relacionados com a existência do Yôga já nesse período. Certas representações provenientes da civilização harappiana evocam exercícios de Yôga.
Um desses desenhos, registrado num sinete, representa Pashupati, senhor das feras. Essa reprodução atraiu a atenção e excitou a imaginação dos investigadores, pois mostra um homem com três rostos, sentado em samanásana (uma posição yôgi), e tendo em evidência seus órgãos sexuais. Sobre seu peito vê-se uma espécie de colar, e chifres adornam sua cabeça.
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Uma profissão com charme e glamour

Artigos 3 de setembro de 2008
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Ainda bem que não parei de lecionar como pretendia em 1973, pois logo começaria a me convencer de que a nossa é uma das melhores profissões do mundo. Primeiro, sendo instrutor de Yôga, você não precisa ser empregado de ninguém, pode ser autônomo e profissional liberal, escolhe seu horário de trabalho, tipo de público com o qual quer trabalhar e determina até quanto deseja ganhar.
Mas, evidentemente, não se deve escolher uma profissão só pelo seu potencial de remuneração. Devem-se pesar outros fatores. Na nossa, trabalhamos com um público selecionado, educado, bonito, inteligente e de elevado nível sócio-cultural. Trabalhamos parte do tempo com o corpo e parte com a cabeça.
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Código de Ética do Yôgin

Artigos 3 de setembro de 2008
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- A primeira norma ética milenar do Yôga é o ahimsá, a não-agressão. Deve ser entendido lato sensu.
- O ser humano não deve agredir gratuitamente outro ser humano, nem os animais, nem a natureza em geral;
- Não deve agredir fisicamente, nem por palavras, atitudes ou pensamentos.
- Permitir que se perpetre uma agressão, podendo impedí-la e não o fazendo, é acumpliciar-se no mesmo ato.
- Derramar o sangue dos animais ou infringir-lhes sofrimento para alimentar-se de suas carnes mortas constitui barbárie indigna de uma pessoa sensível.

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O Pújá

Artigos 3 de setembro de 2008
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O pújá em si é algo espontâneo, um comportamento inato e instintivo de gratidão, reverência e lealdade. Encontra-se presente no âmago de cada ser humano e remonta a tempos imemoriais de todos os lugares do planeta.
Tal gratidão é uma atitude universal, observada no cotidiano sob as mais variadas manifestações culturais, sejam filosóficas, artísticas, cívicas, políticas, religiosas ou científicas. 
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Programação de cursos da Unidade Brooklin. Agende-se!

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Teremos neste segundo semestre de 2008 uma série de cursos com renomados ministrantes de vários estados do Brasil e até um workshop especial com um ministrante de Portugal. Garanta a sua vaga e boas vivências! Pacote especial de descontos para aqueles que se inscreverem nos 4 módulos. 
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Oficina de Japamála - 30 de agosto

Artigos 3 de agosto de 2008
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No próximo dia 30 de agosto de 2008 teremos uma Oficina de Japamála. Esta oficina ensina o praticante a construir o seu próprio cordão para contagem de mantras e meditação. Com duração de 3 horas e meia, este workshop explana sobre a importância da tradição do japamála no Yôga e suas implicações. Fundamental para aquele que já praticam e querem se aprofundar. A professora Rosana Ortega é umas das poucas que tiveram iniciação para esse tipo de ensinamento.
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Rámakrishna e o macaco

Artigos 3 de agosto de 2008
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Rámakrishna foi um sábio hindu de linha tântrica (Tantra Branco, via seca), que viveu na Índia entre o final do século XIX e o início do século XX. Sua contribuição cultural ao mundo foi tão grande que no dia do seu aniversário, 18 de fevereiro, o jornal O Globo, do Rio de Janeiro, edição de 1974, publicou uma página inteira com a sua história.
Rámakrishna comparava a mente humana com um irrequieto macaco, que tivesse tomado álcool, tivesse sido picado por um escorpião e, ainda por cima, se lhe tivesse ateado fogo ao pelo! Isso, somos nós...
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Deus em Pratyáhara

Artigos 3 de agosto de 2008
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A abstração dos sentidos é um fenômeno que todo o mundo já experimentou muitas vezes. Ocorre, por exemplo, quando você está assistindo a uma aula que lhe interessa e não escuta os ruídos circundantes, como uma buzina, campainha, pessoas falando. O mesmo ocorre quando você deixa de escutar a música ambiente, o ruído do ar condicionado, etc.
Denominamos pratyáhára consciente quando o fenômeno torna-se voluntário. Por exemplo, você está na sala e decide não escutar mais a música ambiente ou o ruído da rua. 
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O Nosso Muito Obrigado

Artigos 24 de julho de 2008
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Agradecimento aos nossos alunos e apoiadores.
A Uni-Yôga Unidade Brooklin e o Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo gostaríamos de agradecer pela sua participação na Campanha do Agasalho 2008.
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Entrevista na Record News

Artigos 11 de julho de 2008
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Confira a entrevista com o Professor Flávio Moreira, diretor da Unidade Anália Franco e a demonstração de coreografia da instrutora Gisele Correa no Programa Mulheres em Foco da emissora Record News. 
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A polêmica do acento na palavra Yôga

Artigos 11 de julho de 2008
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Como dá para notar, o assunto não é dos mais relevantes. Tanta coisa importante para ser discutida no mundo e Yôgins de todas as linhas digladiando-se por conta de um detalhe. Mas você verá um pequeno detalhe pode fazer toda a diferença...  |
Viva Yôga Belém

Artigos 11 de julho de 2008
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Dias 8 e 9 de novembro de 2008 - Viva Yôga Belém – Arte, Cultura e Lazer, aprovado pela Lei Tó Teixeira e Guilherme Paraense, Lei Municipal nº 7.850/97.
Cultural, educativo e de entretenimento. Para você que é praticante, que cultiva hábitos saudáveis como o bem-estar, a alegria e o companheirismo. Neste evento você vai descortinar toda a beleza e a poesia que o SwáSthya Yôga contém. Uma filosofia de vida prática, arrebatadora, que valoriza o desenvolvimento humano e sua integração. 
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Jejum (upasana)

Artigos 11 de julho de 2008
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Jejum não é kriyá, mas contribui para a purificação do organismo. O melhor jejum é o curto e freqüente: 36 horas, uma vez por semana, tomando muita água mineral. Um dia antes, alimentação comedida, laxante natural (como uma infusão laxativa, ou caroços de mamão, ou água de ameixa deixada de molho durante a noite e bebida pela manhã), e um clister. Para terminar, frutas doces como mamão ou manga, antes de ingerir alimentos mais pesados. 
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Curso de Ásana com Rogério Brant
5 e 6 de julho de 2008

Artigos 20 de junho de 2008
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Temos a honra de receber em nossa Casa o Prof. Rogério Brant. Rogério é um dos professores de SwáSthya Yôga do sul do país e dirige a Uni-Yôga do Alto da XV em Curitiba.
Teremos com ele os cursos: Ásana e respiração e Do Ásana à meditação. 
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Himalayas

Artigos 20 de junho de 2008
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Chegando ao meu destino, a cidade de Rishikesh, fiquei apaixonado pelo lugar. O rio Ganges corre límpido e caudaloso nessa região montanhosa, relativamente próxima da nascente. Pode-se meditar às suas margens, banhar-se em suas águas, cruzar o rio de barco ou pela ponte pênsil. Rishikesh é uma cidade muito bonita e imantada com a magia dos séculos. Era uma emoção simplesmente estar ali e saber que aquele solo foi pisado por alguns dos maiores iluminados dos últimos 5.000 anos. Ainda hoje, swámis (monges) e saddhus (ermitões) são vistos com freqüência.  |
Nyása

Artigos 20 de junho de 2008
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Ny ása significa identificação. Consiste num exercício de origens tântricas que visa a produzir um fenômeno muito peculiar em que o praticante se identifica de tal maneira com o objeto da sua concentração que passa a possuir as características desse objeto. Terminado o ny ása, as características cessam. Contudo, se o y ôgin praticar sistematicamente ny ása sobre um mesmo objeto, gradativamente suas qualidades vão sendo incorporadas pelo praticante.  |
Libelo pela Compreensão

Artigos 20 de junho de 2008
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Como Mestre de Yôga, considero requisito principal a capacidade de boas relações humanas e não quero como discípulo, nem como assistente, nem mesmo como amigo, alguém que não saiba se relacionar bem com os demais.
Nós do Yôga, temos uma prioridade no nosso esforço (tapas) pelo aprimoramento: é o cultivo das boas relações entre os seres humanos. Sem compreensão não existe Yôga. Não se admite que praticantes ou instrutores de Yôga não consigam superar uma emoção para evitar desentendimento com alguém. 
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Bem vindo ao Yôga 10

Artigos 23 de maio de 2008
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Acesse o Yôga 10 e descubra toda a força da nossa metodologia. A proposta Yôga 10 reúne as mais expressivas escolas de Yôga do país que em conjunto visam divulgar o Yôga da maneira mais nobre que ele merece, uma divulgação cheia de força poder e energia. Com isso, temos um trabalho direcionado para o melhor desempenho de esportistas, empresários, artistas e estudantes. Confira!  |
Campanha do agasalho 2008

Artigos 23 de maio de 2008
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A Campanha do Agasalho é uma iniciativa do Fundo de Solidariedade e Desenvolvimento Social e Cultural do Estado de São Paulo, tendo como parceiras todas as Secretarias de Estado, empresários e a sociedade civil.
A presidente do FUSSESP, Mônica Serra, com o apoio dos diversos segmentos da sociedade, planeja estratégias, estabelecem locais de arrecadação e coordena ações para ajudar milhares de famílias carentes a enfrentar o inverno com mais segurança, dignidade e calor humano.  |
Fases da Respiração

Artigos 23 de maio de 2008
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As fases da respiração têm os seguintes nomes:
Inspiração: púraka;
Retenção com ar: kúmbhaka;
Expiração: rêchaka;
Retenção sem ar: shúnyaka.
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Coreografias

Artigos 23 de maio de 2008
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Uma das características mais importantes do Swásthya Yôga é a aula ministrada pelo instrutor ao praticante em formato de coreografia. Os melhores instrutores de Swásthya Yôga, estruturam sua aula de maneira que o aluno vá executando passagens entre um exercício e outro, criando um encadeamento harmonioso através dos ásanas. Evidentemente, para ensinar Swásthya Yôga assim, é preciso que o instrutor esteja sempre estudando e participando de cursos com professores altamente especializados.  |
Corrente Macrocósmica

Artigos 23 de maio de 2008
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Todos os dias entre dez para as nove e nove e dez da noite, ocorre uma corrente universal fortíssima, denominada Corrente Macrocósmica. Ela obedece aos fusos horários e horas locais de forma a dar a volta no planeta continuamente no mesmo sentido do Sol, portanto, do Oriente para o Ocidente (Ex Oriente lux).
Essa corrente de pensamento torna-se mais forte a cada século, pois vai-se tornando mais antiga, conseqüentemente, mais consolidada no inconsciente coletivo, e maior, já que mais regiões do mundo se incorporam a ela.  |
Play Yoga. Prefiro Faça Yôga antes que você precise

Artigos 17 de abril de 2008
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Os híbridos “inglês-sânscrito” sempre me incomodaram, mas uma coisa é certa: eles funcionam! Como é forte a presença da língua inglesa na nossa cultura! Admiro nossos colegas portenhos que ainda chamam o nosso mouse de ratón! Fantástico não é?
Até quando eles agüentarão? Por enquanto, fico relax, combatendo meu stress, digitando meus artigos em meu Personal Computer conectado na web através da minha net wi-fi. 
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O Brasil está exportando cultura

Artigos 17 de abril de 2008
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A coisa mais rara é a Europa comprar cultura do Brasil. Tivemos um filósofo brasileiro, falecido na década de 80, que era um verdadeiro gênio. Seu nome, Huberto Rohden. Escreveu mais de 60 livros, traduziu o Novo Testamento, traduziu também a escritura indiana Bhagavad Gítá, etc. Quando jovem ele esteve na Alemanha e, na época, escreveu um livro de filosofia em alemão impecável. Enviou a obra a um editor que a aceitou incontinenti. Mandou chamar o autor para firmar contrato de edição. No entanto, quando Rohden abriu a boca o editor percebeu tratar-se de brasileiro e voltou atrás, recusando-se a editar o livro. “De brasileiros nós não compramos cultura. Compramos só café”, disse o preconceituoso germânico. 
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Yôganidrá

Artigos 17 de abril de 2008
Tratado de Yôga
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Yôganidrá é o relaxamento que auxilia o yôgin na assimilação e manifestação dos efeitos produzidos por todos os angas. A eles, soma os próprios efeitos de uma boa descontração muscular e nervosa.
Não confunda yôganidrá com shavásana. Alguns tipos de Yôga não possuem em seu acervo a ciência da descontração denominada yôganidrá, que é de tradição tântrica, e encerram suas práticas com o shavásana. Este, como o próprio nome já diz, é apenas um ásana, uma posição de relaxamento. O yôganidrá aplica não apenas a melhor posição para relaxar, mas também a melhor respiração, a melhor inclinação em relação à gravidade, o melhor tipo de som, de iluminação, de cor, de perfume, de indução verbal, etc.
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A Pronúncia do Sânscrito

Artigos 4 de abril de 2008
Tratado de Yôga
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Quando se escreve o sânscrito em caracteres latinos, chama-se transliteração. Existem várias transliterações, convencionadas para o inglês, para o francês, para o português, etc. Quem lê livros de Yôga, geralmente fica desorientado ao ver a mesma palavra sendo grafada das mais variadas e estranhas maneiras; e acaba, não raro, assimilando uma forma menos correta, mas que tenha logrado tornar-se mais popular. Nesta obra optamos pela transliteração mais usada na Índia, pois, se o Yôga vem de lá, faz sentido não modificar a forma de escrever seus termos. Além disso, esta que adotamos é mais fácil e muito mais lógica, haja vista o nome do criador do Yôga. Ele aparece nos diversos livros com as seguintes grafias: Shiva, Siva, Çiva, Civa, Shiv, Siwa, Xiva e outras...
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Exemplos de Mantras

Artigos 4 de abril de 2008
Tratado de Yôga
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Os mantras possuem melodia, mas não são música. Portanto, mesmo com uma pauta musical o praticante não conseguiria dominar certas idiossincrasias. O ideal é contar com um instrutor formado para demonstrar e, em seguida, corrigir o sádhaka. Na falta do instrutor formado, o mínimo que se pode fazer é escutar as gravações com redobrada atenção, treinar bastante e aplicar o bom-senso. 
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Higiene, dinheiro e pimenta no século XVI

Artigos 4 de abril de 2008
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Após 80 anos de intensas batalhas e muita luta, os portugueses finalmente encontram o caminho marítmo para as Ìndias. Em 18 de maio de 1498, Vasco da Gama e seus homens avistaram o monte Eli na costa do Malabar na Índia.
Malabar é um importante entreposto comercial e berço da pimenta, do cardamomo, canela e muitas outras especiarias que fez daquele lugar um grande mercado de trocas entre hindus, cristãos, judeus, gregos, árabes e outros. 
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Kundaliní

Artigos 19 de março de 2008
Tantra a sexualidade sacralizada
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Kundaliní é uma energia física, de natureza neurológica e manifestação sexual. O termo é feminino, deve ser sempre acentuado e com pronúncia longa no í final. Significa serpentina, aquela que tem a forma de uma serpente. De fato, sua aparência é a de uma energia ígnea, enroscada três vezes e meia dentro do múládhára chakra, o centro de força situado próximo à base da coluna e aos órgãos genitais. Enquanto está adormecida, é como se fosse uma chama congelada. É tão poderosa que o hinduísmo a considera uma deusa, a Mãe Divina, a Shaktí Universal. 
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Eureka!

Artigos 19 de março de 2008
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Pode parecer bobagem, mas já passou pela sua cabeça que o ambiente de trabalho de sua empresa pode estar influenciando na produtividade e criatividade de seus colaboradores? Pois é, notei isso mais claramente nas minhas constantes palestras e práticas de Yôga laboral que ministro para empresários dos mais diversos ramos. E, foi justamente nestas andanças, que um dado em especial me chamou a atenção: a influência da iluminação no humor e disposição das pessoas.
Já percebeu a diferença no humor e entusiasmo de seus funcionários quando o sol está a brilhar sobre a cidade? 
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O Ashtánga Sádhana

Artigos 19 de março de 2008
Origens do Yôga antigo
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Uma das principais características do SwáSthya Yôga é o ashtánga sádhana. Ashtánga sádhana significa prática em oito partes (ashta = oito; anga = parte; sádhana = prática). Utilizamos diversos níveis desse programa óctuplo. O primeiro nível, para aqueles que já foram autorizados a ingressar no Yôga, é o ády ashtánga sádhana (ádi/ády = primeiro, fundamental), o qual é constituído pelas oito partes seguintes, nesta ordem:
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Você está insatisfeito?

Artigos 5 de março de 2008
Programa do Curso Básico
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Meio século de vida me ensinou a aceitar um defeito do ser humano como algo incurável: sua insatisfação.
Dei a volta ao mundo inúmeras vezes e conheci muita, mas muita gente mesmo. Travei contato íntimo com uma infinidade de fraternidades iniciáticas, entidades culturais, associações profissionais, academias desportivas, universidades, escolas, empresas, federações, fundações... Em todas elas, sem exceção, havia descontentamento. 
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Sat chakra

Artigos 5 de março de 2008
Origens do Yôga antigo
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Sat chakra é uma modalidade de sat sanga em chakra, em círculo. Não confundir com termo shat chakra que significa “os seis chakras”. É também chamado de grupo de mentalização.
Sat chakra é um tipo de chakra sádhana, isto é, prática feita em círculo.
Quando o objetivo é realizar um pújá, denomina-se chakra pújá, que é uma técnica tipicamente tântrica. No nosso livro Tratado de Yôga, o tema pújá está mais desenvolvido.
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Dia do Yôga, comemorações na Praça da Paz!

Artigos 5 de março de 2008
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Tivemos no último dia 23 de fevereiro de 2008 importante evento que reuniu em torno de 1000 praticantes na Praça da Paz. A Praça da Paz, localizada dentro do Parque do Ibirapuera em São Paulo, é palco de grandes eventos musicais e apresentações especiais. É sem dúvida nenhuma, um dos melhores lugares para eventos abertos no país.
Comemoramos o dia que por lei estadual, 18 de fevereiro, foi instituído como o “Dia do Yôga”, em dez estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais, Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Goiás, e mais o Distrito Federal. 
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Dia do Yôga - 18 de fevereiro

Artigos 15 de fevereiro de 2008
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Por lei estadual, dia 18 de fevereiro foi instituído como o “Dia do Yôga”, em dez estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais, Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Goiás, e mais o Distrito Federal.
Este dia foi escolhido, em justa homenagem, por ser aniversário de uma das maiores autoridades em Yôga no país, o conhecido e conceituado professor De Rose. 
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Conocí a DeRose por Anahí Flores

Artigos 15 de fevereiro de 2008
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Una mañana de otoño unos once años atrás, como ya era habitual fui a practicar Yôga con Edgardo Caramella. Cuando llegué a la escuela, situada en el barrio porteño del Abasto, mi profesor tenía una noticia inesperada: ese día vendría de visita DeRose. ¿Ahora? No, a la noche. Faltaban exactamente doce horas. Para mí fue una sorpresa, y creo que para Edgardo también ya que estaba avisándonos tan sobre la hora. Nos dijo qué él se iba a concentrar en preparar una comida y otras cosas para recibirlo y me propuso, por qué no, aprovechar el día para crear, entrenar y presentar una coreografía para nuestro invitado. Dado que yo nunca había presentado (ni creado, ni entrenado) una coreografía de SwáSthya Yôga hasta aquel momento, la propuesta era todo un desafío. 
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Mudrá - Gesto reflexológico feito com as mãos

Artigos 15 de fevereiro de 2008
Tratado de Yôga
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Mudrá é a linguagem gestual. Deve ser pronunciado sempre com a tônico. Significa literalmente gesto, selo ou senha. Provém da raiz mud, alegrar-se, gostar. Em alguns livros aparece traduzido como símbolo, mas isso não está correto. Símbolo é a tradução da palavra yantra. Em Yôga, mudrá designa os gestos feitos com as mãos. São definidos como gestos reflexológicos por desencadear uma sucessão de estados de consciência e mesmo de estados fisiológicos associados aos primeiros. 
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O que é o Pré-Yôga

Artigos 31 de janeiro de 2008
Tratado de Yôga |
Pré-Yôga, é uma especialização da profissão de professor de Yôga. Foi um desdobramento do Swásthya heterodoxo que, todavia, conquistou identidade própria. Não deve ser confundido com Yôga. Por isso recomendamos que não seja mencionado em artigos sobre Yôga; e que o Yôga não seja citado em matérias a respeito de Pré-Yôga. Definimos Pré-Yôga como um exercício biológico por excelência, indicado a quem sabe, por uma questão de cultura geral, que o ser humano precisa exercitar-se para não deteriorar seu corpo, não se tornar disforme e não morrer mais cedo.
Trata-se de um pré-Yôga. É o estágio preliminar, obrigatório antes do interessado ter acesso ao Yôga propriamente dito. Deve permanecer no Pré-Yôga apenas um mês (ou, no máximo, três, a critério do seu instrutor) 
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O que é Mantra?

Artigos 31 de janeiro de 2008
Mantra Sútra - Songbook de Mantras |
Segundo o Mestre DeRose, codificador do Swásthya Yôga e uma das maiores autoridades mundiais em Yôga, mantras são vocalizações de sons e ultrasons. A palavra é composta da raiz: man (pensar) + tra (instrumento), atestando a utilização do mantra para a “supressão da instabilidade da consciência”, estado denominado intuição linear ou meditação.
“Mantra, então, é um conjunto de sons que exerce um determinado efeito naquele que o vocaliza e possui uma enorme gama de atuações no nosso corpo. 
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As especiarias do oriente e o descobrimento do Brasil

Artigos 31 de janeiro de 2008
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Atualmente nunca se comeu tanto de tudo. Vivendo em grandes metrópoles o ser humano é capaz de se deliciar com os requintes de grandes cozinhas internacionais. Pela manhã um desjejum com bolo inglês, no almoço uma pasta italiana e no jantar um combinado de legumes temperados com curry indiano.
Escolher entre as diversas opções de pratos e países é um verdadeiro dilema, as opções são muitas e os sabores tentadores. 
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Ashtánga Yantra

Artigos 11 de janeiro de 2008
Origens do Yôga antigo |
O ashtánga yantra é o símbolo do SwáSthya Yôga, o Yôga Antigo. Suas origens remontam às mais arcaicas culturas da Índia e do planeta. Parte de sua estrutura é explanada no Shástra Yantra Chintamani. Nessa obra clássica, sob a ilustração consta a legenda: “Este é o yantra que detém a palavra na boca do inimigo”. Constitui um verdadeiro escudo de proteção, lastreado em arquétipos do inconsciente coletivo.
Como qualquer escudo de proteção, não pode ser usado como arma de ataque. Assim, ninguém conseguirá utilizá-lo para fazer mal a pessoa alguma. No entanto, se alguém agredir um protegido pelo ashtánga yantra, ferir-se-á gravemente. Por isso, quase todas as pessoas que usam o verbo para atacar o portador do ashtánga yantra costumam colher tão amargos infortúnios.
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Para que serve o Yôga?

Artigos 11 de janeiro de 2008
Tratado de Yôga |
Quando se fala sobre Yôga, surge logo a pergunta: “para que serve o Yôga, quais são os benefícios que proporciona?” Pense bem: por que o Yôga precisa proporcionar algum benefício?
Nestes últimos 50 anos não houve um entrevistador de televisão que tenha deixado de fazer essa indefectível pergunta, ao iniciar seu diálogo com um instrutor de Yôga. Raras são as pessoas que, ao ser instadas por um amigo a praticar Yôga, não perguntem a mesma coisa, como se estivessem a declarar: “Está bem, posso até praticar Yôga, mas o que é que ganho com isso?” 
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Orientação ao Leitor de Yôga

Artigos 11 de janeiro de 2008
Programa do Curso Básico
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Há diversos tipos de literatura de Yôga. Vou descrever alguns para que você possa ter idéia do que está adquirindo ao comprar um livro sobre a matéria.
1. Os mais confiáveis são os livros escritos por yôgis que vivenciaram experiências e relatam os meios para obter bons resultados.
2. Em segundo lugar vêm os que estão aquém da iniciação prática e teorizam a mais não poder com o fim de tentar compreender o que os primeiros ensinam. Este tipo de literatura é identificada facilmente uma vez que seus autores costumam usar frases tais como:
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O Yôga mais antigo não é o Clássico

Artigos 02 de janeiro de 2008
Origens do Yôga antigo |
Neste ponto, detectamos um erro gravíssimo cometido pela maior parte dos autores de livros e pelos professores de Yôga. Declaram eles com freqüência que o Yôga mais antigo é o Yôga Clássico, do qual ter-se-iam originado todos os demais. É muito fácil provar que estão sofrendo de cegueira paradigmática. Primeiramente, nada nasce já clássico. A música não surgiu como música clássica. Primeiramente surgiu a música primitiva, que precisou evoluir milhares de anos até que conquistasse o status de música clássica (tanto faz se música clássica européia ou música clássica hindu). A dança é outro exemplo eloqüente. Primeiro surgiu a dança primitiva, que precisou evoluir milhares de anos até chegar a ser considerada dança clássica (seja ela Ballet Clássico ou Bhárata Natya). Nada nasce já clássico. E assim foi com o Yôga. 
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Os textos clássicos

Artigos 02 de janeiro de 2008
Origens do Yôga antigo |
Upanishadas
No que tange à literatura de cada período, Shiva, ao que nos consta, não escreveu nada. Talvez a escrita nem mesmo existisse. Mas fazemos constar na primeira coluna o tipo de Escritura denominada Upanishad, pois é onde se encontram as mais antigas referências ao Yôga.
Yôga Sútra
No século III a.C., o grande mérito de Pátañjali foi o de perenizar o Yôga mediante sua tese Yôga Sútra. O grande demérito foi que oficializou-se como Yôga algo que propunha uma postura comportamental contrária à proposta original. Deixa de ser tântrica para tornar-se brahmácharya, seu oposto diametral. 
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O Paradigma da Profissão

Artigos 02 de janeiro de 2008
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Crescemos em um contexto sócio-cultural adverso às mudanças. Quantas não são as famílias que educam seus filhos a seguirem, de olhos atados, o previsível roteiro da novela da vida.
A previsibilidade e falta de criatividade nos fazem perceber que muitos jovens optam pelas carreiras profissionais não pelo brio e pela paixão que nutrem àqueles que fazem o que amam, mas pela acomodação de, simplesmente, seguir o óbvio, almejando a suposta estabilidade financeira. 
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Artigos sobre alimentação
Chai – Chá indiano com especiarias

Artigos 10 de dezembro de 2007
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Ingredientes:
- 1 litros de água mineral
- 1/2 copo de açúcar refinado no copo fino
- 2 paus de canela tamanho médio
- 1/2 copo de gengibre ralado prensado no copo fino
- 1/2 copo de leite ninho em pó no copo grande
- 1 colheres de chá preto inglês rasa
- 3 sementes de cardamomo
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Karma coletivo e egrégora

Artigos 10 de dezembro de 2007
Karma e dharma |
Egrégora provém do grego egrégoroi e designa a força gerada pelo somatório de energias físicas, emocionais e mentais de duas ou mais pessoas, quando se reúnem com qualquer finalidade. Todos os agrupamentos humanos possuem suas egrégoras características: todas as empresas, clubes, religiões, famílias, partidos, etc.
Egrégora é como um filho coletivo, produzido pela interação "genética" das diferentes pessoas envolvidas. Se não conhecermos o fenômeno, as egrégoras vão sendo criadas a esmo e os seus criadores tornam-se logo seus servos, já que são induzidos a pensar e agir sempre na direção dos vetores que caracterizaram a criação dessas entidades gregárias. Serão tanto mais escravos quanto menos conscientes estiverem do processo. Se conhecermos sua existência e as leis naturais que as regem, tornamo-nos senhores dessas forças colossais.  |
Upanishad

Artigos 10 de dezembro de 2007
Origens do Yôga antigo |
Upanishad significa literalmente sentar-se junto, mas normalmente é traduzido como comentário. É que as Upanishads são os comentários dos Vêdas e, por isso, estão situadas no final deles.
As Upanishads servem para fundamentar filosofias como o Vêdánta, o Sámkhya e o Yôga. Há Upanishads especializadas em diferentes temas, como filosofia, medicina, religião, astronomia, etc. Em seu livro Yôgakundaliní Upanishad, Sivánanda declara que existem 108 Upanishads. Em uma das minhas viagens à Índia, encontrei nos Himalayas uma cópia antiga da Rudráksha Upanishad, que explana sobre a semente de Rudráksha (Lágrima de Shiva), à qual atribuem-se propriedades medicinais.  |
Os corpos do homem

Artigos 23 de novembro de 2007
Corpos do Homem e planos do Univeso |
Em cada plano ou dimensão do Universo precisamos de um corpo ou veículo da mesma natureza ou “substância” para atuar nele. Assim, para atuar no plano físico precisamos de um corpo físico, no plano emocional necessitamos de um veículo emocional e assim sucessivamente. De fato, se só tivéssemos corpo mental, não conseguiríamos, por exemplo, tocar ou mover um objeto material.
Toda a evolução se dá em ondas, vibrando alternadamente para cima e para baixo. Por força do impulso de evolução, precisamos descer até o plano mais denso e recomeçar a nossa ascensão. O Kulárnava Tantra nos esclarece: “Quando caímos no chão, levantamo-nos com o auxílio do chão.” 
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Meditação

Artigos 23 de novembro de 2007
Meditação e autoconhecimento |
Meditação é uma palavra inconveniente para definir a prática chamada dhyána em sânscrito, já que essa técnica consiste em parar de pensar, mas o dicionário define meditar como pensar, refletir.
Na verdade, o termo dhyána pode ser usado tanto para designar o exercício de meditação, quanto o estado de consciência obtido com essa prática. Ela consiste em concentrar-se e não pensar em nada, não analisar o objeto da concentração, mas simplesmente pousar a mente nele até que ela se infiltre no objeto. “Quando o observador, o objeto observado e o ato da observação se fundem numa só coisa, isso é meditação”, dizem os Shástras. Portanto, o melhor termo em nossa língua para definir esse fenômeno é contemplação. 
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Meditação é parte do Yôga

Artigos 23 de novembro de 2007
Meditação e autoconhecimento |
Meditação (dhy ána) é parte integrante do acervo de técnicas do Y ôga. Sacar a meditação do seu contexto não é recomendável. Sem as demais técnicas do Y ôga, tentar meditar pode ser prejudicial. A meditação surgiu dentro do Y ôga, porém várias correntes filosóficas apoderaram-se somente dessa parte e desprezaram as outras que lhe dariam suporte. Resultado: (a) sem as demais técnicas torna-se bem mais difícil meditar; e (b) se conseguir meditar isso poderá ser mais prejudicial do que útil. Vamos tentar explicar de duas formas. 
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Alimentação Vegetariana:
Chega de Abobrinha!

Artigos 07 de novembro de 2007
Alimentação Vegetariana: Chega de abobrinha! |
Jamais declare-se vegetariano num hotel, restaurante, companhia aérea ou na casa da sua tia-avó. É que todos eles têm a mesma vivacidade e vão responder:
– Eu gostaria de lhe preparar uma comida decente, mas já que você não come nada vou-lhe servir uma saladinha de grama. |
Prána, a energia vital

Artigos 07 de novembro de 2007
Chakras e Kundaliní e poderes paranormais |
Prána é o nome genérico que se dá a qualquer forma de energia manifestada biologicamente. Logo, calor e eletricidade são formas de prána, desde que manifestadas por um ser vivo. Por isso, apos os mantras e suas palmas, podemos aplicar as mãos sobre um chakra que queiramos desenvolver, sobre uma articulação que desejemos melhorar ou sobre um orgão que precise de algum reforço de vitalidade ou regeneração.
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Nádís, os meridianos de energia

Artigos 07 de novembro de 2007
Chakras e Kundaliní e poderes paranormais |
N ádís são os meridianos ou canais de energia vital que vascularizam todo o nosso corpo. N ádí é o feminino de n áda, que significa som. N ádí, significa rio, corrente ou torrente. Realmente, sua associação com a palavra n áda é muito ilustrativa, pois as n ádís, pela passagem da energia vital, produzem uma vibração que é captada como som pelo aparelho auditivo bem treinado.  |
Os inimigos de Shiva

Artigos 30 de agosto de 2007
Texto CD-ROM Quem Somos Nós |
Certa vez, os saddhus sentiram muita raiva de Shiva e conspiraram para assassiná-lo. Acenderam uma fogueira sacrificial de magia. De dentro do fogo mágico surgiu um tigre furioso ao qual ordenaram que fosse matar o Mestre Shiva. Mas Shiva matou a besta, arrancando sua pele e vestindo-se com ela.
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Os Tipos de Yôga

Artigos 30 de agosto de 2007
Yôga a sério |
Se por tipos entendermos as linhagens, existem quatro: o Yôga Pré-Clássico (que é o nosso), o Clássico, o Medieval e o Contemporâneo. Eles são completamente diferentes e mesmo incompatíveis entre si.
Se por tipos entendermos os ramos, então são 108 reconhecidos e mais algumas centenas de ramos apócrifos, inventados do nada, só com a finalidade de enganar o público. 
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As árvores e as pedras

Artigos 30 de agosto de 2007
Yôga Mitos e Verdades |
Era uma vez um menino cheio de idéias estranhas. Ele achava que o infinito era pequeno e que o eterno era curto. Conversava com as Árvores e com as Pedras, e emocionava-se com elas, pela magnitude do que lhe contavam. Um dia as Árvores lhe disseram:
‑ Sabe? No nosso Universo cada uma de nós cumpre o que lhe cabe, pela satisfação de fazer assim. Nenhuma de nós se exime da sua parte. Os humanos passam suas vidas a só fazer coisas que lhes resultem em tensões, infelicidade e doença. Não fazem o que realmente gostariam. Caem no cativeiro da civilização, trabalham no que não gostam para ganhar a vida e perdem-na, em vão, ao nada fazer de bom. Por isso tornam-se rabugentos, envelhecem e morrem insatisfeitos. Procure você viver feliz como nós,  |